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A representatividade feminina na literatura

Por: Elite FM
Publicado em 20/03/2019

A literatura é um espaço majoritariamente masculino e, obviamente, isso não acontece por que os homens tenham mais capacidade, repertório e melhores histórias para escrever do que as mulheres. Por muito tempo, o impacto de pressões socioculturais decretava que as mulheres se dedicassem exclusivamente ao lar. Portanto, uma mulher que ousasse ter uma atividade intelectual estava cometendo uma séria transgressão. Duas escritoras inglesas, uma de 1847 e outra  de 1997, autoras de O Morro dos Ventos Uivantes,(Emily Brontë) e o primeiro livro da série Harry Potter (J.K. Rowling) usaram pseudônimos masculinos, para ter mais facilmente leitores. O Prêmio Nobel de Literatura só foi dado a 14 mulheres. A Academia Brasileira de Letras tem 40 membros e apenas 5 mulheres. No Brasil, o caminho foi trilhado por nomes como Raquel de Queiroz, Cecília Meireles, Carolina de Jesus, Ruth Guimarães, Clarice Lispector, Zélia Gattai, Cora Coralina, Lygia Fagundes Telles, Ana Maria Machado entre outros tantos. Hoje, no Brasil, há muitas escritoras jovens que abordam os mais variados assuntos com muita habilidade, fazendo com a representatividade feminina esteja num crescente renovador.


Fonte: Eduardo Villela -book advisor