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O MEC se perde em factoides

Por: Elite FM
Publicado em 06/03/2019
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Prioridade na educação deve ser “formar a criticidade dos alunos” -Marcos Correa/Presidência da República

Povo sem criticidade é um rebanho que olha apenas para o pasto. O ministro Ricardo Vélez tem definidas suas prioridades para a educação brasileira, mas continua enredado em polêmicas desnecessárias. Quando a população brasileira elegeu Jair Bolsonaro como presidente, esperava – além da retificação da economia e da redução da corrupção e dos índices de criminalidade – uma atenção especial à educação básica. A queda de nível nos ensinos fundamental e médio ocorreu a olhos vistos durante a era petista, e o atestam as posições do Brasil em todos os testes internacionais feitos nos últimos anos. Também preocupava os pais o que é chamado por Bolsonaro de “viés ideológico” da educação, termo que indica a prevalência quase completa de autores e ideias de esquerda no ensino, em todos os níveis imposta pelo governo PT. O novo ministro, Ricardo Vélez Rodríguez  surpreendeu  por representar uma mudança radical de postura do governo perante a educação. Sairiam de cena as ideias de centralismo, de promoção de agendas “progressistas”, do fomento indiscriminado ao ensino superior (causando uma verdadeira inflação de diplomas); entrariam a descentralização dos currículos e o fortalecimento dos ensinos fundamental e médio-técnico. Esta era a expectativa; a realidade tem sido de várias declarações infelizes do ministro Vélez e polêmicas que revelam atropelo e falta de assessoria. Quando ele disse que as universidades deveriam “ficar reservadas para uma elite intelectual, que não é a mesma elite econômica,  ele pretendia contestar era a ideia de que todos deveriam cursar uma universidade, noção que levou à desvalorização do ensino técnico, hoje sumamente necessário ao país. E foi mal interpretado, já que há necessidade de um equilíbrio entre ensino universitário e ensino profissionalizante. A educação brasileira não precisa “inventar a  roda” basta apenas  adotar a estratégia que fez muitos países a chegar a uma educação de primeiro mundo: ”Desenvolver no aluno o senso de criticidade” pois é dele que a sociedade  se guia para a escolha dos destinos da nação. Povo  sem criticidade é apenas um rebanho que se segue sem saber para onde.


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm