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Vai ter CPI do BNDES: saiba como acabaram as anteriores

Por: Elite FM
Publicado em 03/03/2019

O processo tem 14 milhões de páginas. Quem topa esta parada ? Pela terceira vez em menos de quatro anos o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) é alvo de uma CPI no Congresso Nacional. A suspeita, no entanto, é sempre a mesma: estaria o banco cometendo irregularidades ou privilégios em empréstimos concedidos? Em 2015, com a Operação Lava Jato, foram investigadas operações de crédito amparadas em “critérios pouco claros e pactuadas em condições opacas”. A CPI focou em operações com a JBS, que depois veríamos negócios escusos da companhia, além da EBX de Eike Batista, Usina São Fernando controlada pelo grupo de José Carlos Bumlai (o amigo do Lula), bem como operações ligadas à Usina de Belo Monte, Abreu e Lima (Petrobras) e negócios com os governos de Cuba e Venezuela. A CPI não realizou nenhuma visita técnica a empreendimentos polêmicos financiados pelo Banco. Somente em documentos, a CPI recebeu 14 milhões de páginas. Como analisar isso em 120 dias? Fato é que, agora, na gestão de Jair Bolsonaro, a missão é de escancarar os porões do banco, ou como o próprio presidente disse: abrir a ‘caixa preta’ do BNDES. O presidente do BNDES, Joaquim Levy diz que os contratos em si são o absurdo do banco e, é nesse ponto, que deve ter foco de ação. Um dos exemplos está em como reaver recursos emprestados, como exemplo, para a Venezuela, que passa por grave crise interna. O  caso do BNDES é tão faraônico que tem 14 milhões de paginas  na primeira CPI e parece instransponível  qualquer tentativa de elucidar os fatos, mas há prejuízos enormes para o país em recursos que não serão pagos por parte de quem recebeu  o dinheiro. No governo do PT o BNDES emprestou para Cuba, República Dominicana, Angola, Equador e Venezuela, coincidentemente países de esquerda. Empréstimos que, nós, contribuintes teremos que pagar. Esses empréstimos poderiam ter sido aplicados na sucateada infraestrutura do  país. 

 


Fonte: Gazeta do Povo