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A leitura das novas placas de veículos ainda não é bem entendida

Por: Elite FM
Publicado em 20/02/2019
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Imagem:Internet/Denatran

Há que desaprove a medida e não houve campanhas de esclarecimento para que a mudança pudesse ser entendida. Simplesmente foi imposta. Tudo indica que a partir de 30 de junho todos os emplacamentos e mudança de cidade ou propriedade do veículo, a nova placa será obrigatória. Quem quiser trocar a placa antiga pelo padrão Mercosul, por livre iniciativa, deve procurar um despachante ou o Detran. Segundo alguns, a nova placa diminui as chances de clonagem por conter dispositivos a mais de segurança como o QR CODE, responsável pela rastreabilidade da placa e veículo, linhas 3D e marcas d’água para evitar a clonagem e fabricação de placas frias, sem controle. A nova placa, no lugar do segundo número, contém uma letra do alfabeto, como 0A, 1B, 2C,3D, para aumentar as combinações alfanuméricas, que já estavam no limite. Existe também o sistema de cores nas placas do Mercosul: preto e branco para particular, azul e branco para oficial, vermelho e branco para comercial, verde e branco para especial, dourado e branco para diplomático e cinza prata e branco para colecionador. A maior reclamação é não constar a cidade na placa, mas quem quiser saber pode baixar o aplicativo SINESP CIDADÃO e colocar a placa do carro nesse aplicativo e aparece a cidade onde o carro foi emplacado e se tem busca de apreensão ou furto. Na implantação da nova placa houve muitas reclamações, até insinuações de que alguém estaria ganhando por trás desta mudança. E em havendo fatores positivos, faltou a devida explicação. Alguém teria dito que o caso das novas placas segue o mesmo esquema das tomadas, que só o Brasil usa e a mudança teria sido para favorecimentos a terceiros. 


Fonte: Mariana Salles – Diário do Sudoeste e Elite FM

Fonte das fotos: Imagem:Internet/Denatran