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Como era o esquema de corrupção no pedágio do Paraná segundo o MPF

Por: Elite FM
Publicado em 13/02/2019
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Imagem:Gazeta do Povo

Tema já foi alvo de três denúncias feitas pelo Ministério Público Federal à Justiça. No Paraná, o Ministério Público Federal (MPF) aponta que, desde o início dos contratos de concessões de rodovias do Anel de Integração, há um “esquema do pedágio” sustentado por servidores públicos, políticos, empresários. Três denúncias ligadas ao esquema do pedágio, com foco na gestão Beto Richa, entre 2011 e 2018, já foram oferecidas pelo MPF à Justiça Federal – a primeira em abril de 2018; duas outras no primeiro mês de 2019, aceitas no domingo (10). Uma quarta denúncia ainda deve ser apresentada.De forma geral, o MPF narra nas denúncias que, para obter aditivos vantajosos nos contratos (eliminação de obras, por exemplo), representantes das concessionárias de pedágio pagavam propina a pessoas que ocupavam postos no governo do Paraná, na Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seil), no Departamento de Estradas de Rodagem (DER), e na Agepar, que é a Agência Reguladora do Paraná. O MPF estima um desvio de R$ 8,4 bilhões, o que teria sido feito por meio da supressões de obras rodoviárias e aumento de tarifas. O MP também garantiu a continuidade das investigações segue para esclarecimento de outros crimes antecedentes ainda não esclarecidos por completo.


Fonte: Gazeta do Povo

Fonte das fotos: Imagem:Gazeta do Povo