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No governo do PT, o sal grosso nos deixou mais pobres

Por: Elite FM
Publicado em 18/01/2019

Foi entre o fim do segundo mandato de Lula e o primeiro mandato de Dilma Rousseff que o Brasil inverteu a tendência de abertura de sua economia e passou a figurar entre as nações que mais criavam barreiras à importação. Esse processo deixou o país menos exposto à concorrência, prejudicou o aumento da produtividade e nos deixou mais pobres. O ranking tem 140 países e não existe nenhuma nação tão fechada entre as economias mais desenvolvidas que o Brasil, que está na posição 136,a mais fechada do ranking. Ainda há quem defenda a noção errada de que proteger a indústria nacional é positivo ,mas na prática isso não permite a livre concorrência que obriga a ter melhor qualidade e preço para competir com o mercado externo. Um dos melhores exemplos  na proteção do mercado interno é o sal grosso. O governo aceitou proteger empresas brasileiras que estavam manipulando o preço e diziam que o problema eram os exportadores chilenos. O Cade condenou 18 empresas pela formação de cartel na venda de sal marinho entre 1984 e 2012.(Seguramente havia propina nessa negociação, o  que era praxe no governo ao liberar benesses para empresários e o consumidor “ que se lasque”).A Camex suspendeu as medidas contra o sal chileno, que voltou ao mercado brasileiro mais  barato que o nacional. O Brasil tem em vigor 172 medidas antidumping, número maior do que o da maioria dos emergentes. O caso do sal certamente não é o único em que se uniram alguns dos piores fenômenos econômicos, e será uma das tarefas mais difíceis na pauta da equipe do ministro da Economia Paulo Guedes para acabar com esse sistema de proteção  retrógrada e lesiva à economia nacional.


Fonte: Gazeta do Povo