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Política externa, pragmatismo e valores

Por: Elite FM
Publicado em 08/01/2019
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Ernesto Araújo quer maior inserção do Brasil no mundo, mas sem comprometer os valores caros aos brasileiros. A posse de Jair Bolsonaro para um mandato de quatro anos não é uma simples troca de governo. Após quatro eleições presidenciais vencidas pelo PT, um partido de esquerda, e seus 14 anos e meio de mandato – com parte do último mandato petista cumprida pelo vice, filiado ao MDB –, sai um governo de viés esquerdista e inclinação marxista e entra um governo conservador; logo, muda a corrente de pensamento no comando da nação. O rodízio de liderança e a mudança de linha doutrinária são elementos essenciais da democracia, significando a substituição de um grupo por outro de maneira pacífica, e fazem parte do direito da população de experimentar formas alternativas de governar. O presidente Bolsonaro entrou deixando claro que vai mudar o rumo das ações de governo em várias áreas, e uma delas é a política externa. Ainda antes da posse, a expressão “pragmatismo responsável” foi bastante lembrada como uma possível diretriz para o Itamaraty. Por pragmatismo pode-se entender a estratégia de ação objetiva, que leve em conta os interesses do país sem maiores considerações de natureza filosófica ou doutrinária. Um exemplo de ação pragmática é quando um país firma acordos comerciais com outro país ainda que haja diferenças entre eles em matéria de regime de governo, sistema econômico e posições sobre pontos específicos de interesse mundial. O?novo chanceler tem um plano ambicioso, que contrasta com a diplomacia que o Brasil se acostumou a ver sob o petismo que se alinhou a países esquerdistas tirando dinheiro do BNDES para financiar infraestruturas desses países em vez de aplicá-lo no Brasil. Como exemplo cita-se o porto de Mariel em Cuba, quando se sabe as numerosas carências dos portos brasileiros.E o pior disso é que houve acerto da Dilma para financiar a ditadura cubana através do Mais Médicos ,sendo queCuba pagaria o empréstimo do BNDES com  os 70% do dinheiro  do Brasil  surrupiados do salário dos  mécidos cubanos.Maracutaia que Bolsonaro acabou.


Fonte: Gazeta do Povo

Fonte das fotos: Imagem:Gazeta do Povo/Fábio Rodrigues Pozzebom/Agêncioa Brasil