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Alternância saudável na educação brasileira

Por: Elite FM
Publicado em 28/12/2018

Antes de Vélez Rodrigues, o novo ministro da Educação, outros dois profissionais com perfis diferentes, mas também mais alinhados a um perfil liberal, responderam pela pasta durante o governo de Michel Temer: o atual ministro, o gaúcho Rossieli Soares, e seu antecessor, José Mendonça Filho, filiado ao DEM. Antes deles, o Brasil teve oito ministros indicados pelos presidentes Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que mantiveram o PT no governo de 2003 a 2016: pela ordem, Cristovam Buarque, Tarso Genro, Fernando Haddad, Aloizio Mercadante, José Henrique Paim, Cid Gomes, Luiz Cláudio Costa, Renato Janine Ribeiro e, mais uma vez, Aloizio Mercadante. Se em geral existe, na condução das políticas educacionais, uma alternância saudável no perfil ideológico dos ministros, uma coisa muda muito pouco: em geral, o ministério da Educação é um posto de indicação muito mais política do que técnica. O perfil pessoal que se sobressai é muito claro: os ministros da educação, na média, são homens, advogados, formados em instituições de ensino públicas e nascidos principalmente em Minas Gerais, Bahia, São Paulo ou Rio Grande do Sul. Uma informação positiva é que o novo ministro quer enquadrar o MEC no contexto da valorização da educação para a vida e a cidadania a partir dos municípios, que é onde os cidadãos realmente vivem. 


Fonte: Gazeta do Povo