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O Mais Médicos sem os cubanos

Por: Elite FM
Publicado em 25/11/2018
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Foto:Divulgação

A resposta brasileira à tentativa cubana de desestabilizar o serviço de saúde brasileiro foi rápida, e era o que poderia ser feito emergencialmente. Em uma demonstração de quem é o verdadeiro responsável pela saída dos médicos cubanos do programa Mais Médicos, a ditadura caribenha já começou a retirar do Brasil os seus cerca de 8,5 mil profissionais. Uma decisão tomada com base apenas em declarações do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que ainda nem assumiu para mostrar se realmente colocaria em prática as medidas que havia prometido – submeter os médicos ao Revalida, o exame exigido de todos os demais profissionais formados no exterior, inclusive brasileiros, para torná-los aptos ao exercício da medicina no Brasil; e pagar aos cubanos o valor integral que é entregue aos demais participantes do Mais Médicos, acabando com a hedionda triangulação na qual os ditadores, em Havana, ficam com a maior parte do salário, tecnicamente considerado uma “bolsa”. Cuba, ao retirar logo os enfermeiros tidos como médicos, quis causar um colapso nos serviços de saúde em locais remotos onde atuavam os cubanos  quer desgastar Bolsonaro antes mesmo de sua posse. Em outras palavras, a intenção é culpar Bolsonaro por uma decisão que só pode ser atribuída a Cuba. Os médicos são reféns da ditadura, e muitos retornarão a Cuba a contragosto por ainda terem família na ilha-prisão. O governo brasileiro está resolvendo rapidamente a questão e somente no primeiro dia de inscrições houve 3,3 mil candidatos para o Mais Médicos. Os novos contratados começam a trabalhar no início de dezembro. 


Fonte: Editorial Gazeta do Povo

Fonte das fotos: Imagem/Divulgação