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Sete dados que comprovam: o STF não merecia o aumento de salário

Por: Elite FM
Publicado em 16/11/2018
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Se atuassem no setor privado, os ministros do Supremo e as demais lideranças do Judiciário jamais receberiam tamanha quantidade de bonificações e benefícios automáticos. O reajuste é merecido? Confira sete motivos que provam: não é. As gratificações não dependem de produtividade o que seria uma incoerência nas empresas privadas. É raríssimo um juiz ser demitido. Mesmo  demonstrando incompetência não é demitido e tem como prêmio a aposentadoria antecipada. São poucas horas trabalhadas e muitas folgas. Além dos fins de semana, os ministros do Supremo contam com 88 folgas. Os processos caminham muito devagar e justiça que tarda falha O Judiciário já custa muito caro cerca de 1,8% do PIB. O francês custa 0,2% do PIB. O inglês, 0,32% e o alemão, 0,35%.Um magistrado alemão ganha 73.670 euros, contra 126.138,61 euros dos brasileiros, em valores convertidos em 2017. Não se sobe na carreira por mérito, o que gera improdutividade. Os salários já são muito altos do Judiciário são muito altos e excesso de vantagens e benesses. O povo pobre, passando fome, mas tem que  sustentar um poder que não aplica o princípio de que a lei é igual para todos. Se o Judiciário fosse uma empresa privada, estaria quebrada há muito tempo.


Fonte: Gazeta do Povo

Fonte das fotos: Imagem :Supremo Tribunal Federal