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A ‘caixa preta’ do carnê do IPTU

Por: Elite FM
Publicado em 10/11/2018

 Imóveis vizinhos e de padrão similares são tributados diferentemente. Um estudo feito pela Acresce constatou erros capazes de reduzir o imposto para cerca da metade do valor.O carnê do IPTU chega em janeiro de cada ano ao contribuinte e a única preocupação é comparar o valor cobrado naquele ano com o cobrado no ano anterior. A verificação se resume a apenas isso, já que a forma como ele é calculado é totalmente desconhecida. Vale dizer, que no cálculo do IPTU (Imóvel construído + terreno não construído  há diversos pontos em que a Prefeitura pode errar, e erra. Entre estes, se destaca o valor do metro quadrado do imóvel construído  e o valor do metro quadrado da área não construída . Esses valores são estabelecidos por ato legal e, portanto, deveriam coincidir com aqueles lançados no carnê do IPTU, mas nem sempre isso ocorre. A taxa de depreciação do imóvel construído é outro item a ser conferido, uma vez que a cada período de anos incide uma taxa de depreciação crescente (quanto maior a idade do imóvel, maior a depreciação), e que nem sempre está correta no carnê do IPTU. Excesso de área não construída é outro ponto muito comum de erros. Enquanto a área construída é tributada à alíquota de 1%, a área não construída é tributada à alíquota de 1,5%. Somente esse 0,5% pode fazer uma diferença expressiva no total do IPTU a pagar. 


Fonte: AZ Brasil Comunicação