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Inativos e pensionistas do Aeronáutica, Exército, Marinha e Aeronáutica custam R$ 23 bilhões neste ano

Por: Elite FM
Publicado em 26/10/2018

Benefício caro para o contribuinte. O custo dos inativos e pensionistas do Ministério da Defesa – que reúne Aeronáutica, Exército e Marinha – vai ficar em R$ 23 bilhões neste ano, segundo prevê o Orçamento da União. Como bem lembrou Bolsonaro, os militares não descontam para a Previdência. A contribuição que fazem, no valor de 7,5% do soldo, é para custear as pensões dos seus dependentes. Mesmo que contribuíssem, haveria outro obstáculo ao equilíbrio de contas da Previdência. A proporção de inativos e pensionistas é muito elevada. Segundo dados do Ministério do Planejamento, a soma dos gastos com servidores civis aposentados e seus pensionistas representa 38% das despesas com pessoal. O restante é gasto com servidores ativos. No caso dos militares, a sua despesa juntamente com a dos militares de reserva e seus dependentes chega a 63% do total. No Legislativo, esse percentual fica em 42%. No Judiciário, 28%.O benefício secular da pensão para filhas de militares também custa caro aos cofres públicos. São R$ 6 bilhões por ano – dinheiro suficiente para adquirir 16 dos 36 jatos militares Gripen, fabricados pela empresa sueca Saab. E elas têm um privilégio em relação às filhas dos servidores civis: podem ser solteiras, casadas, viúvas, desquitadas, em união estável. São 87 mil beneficiadas, sendo 66 mil no Exército. "O curioso é que 45 mil dessas pensionistas são idosas – com mais de 60 anos. Sete mil delas têm mais de 80 anos. O número de beneficiadas com até 21 anos é o mesmo daquelas com mais de 90 anos – cerca de 1,2 mil. Trinta e sete delas são centenárias. Os dados foram levantados pelo blog com base na Lei de Acesso à Informação. Tudo pago pelo explorado contribuinte brasileiro.


Fonte: Gazeta do Povo