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Senado: ‘medalhões’ não conseguem se reeleger e renovação surpreende

Por: Elite FM
Publicado em 09/10/2018
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Imagem:Internet/TRE

O resultado das urnas significou um revés para boa parte dos caciques do Senado Federal, que não se reelegeram para um novo mandato de oito anos, embora estivessem em disputa duas das três vagas por Estado. A lista de derrotados é puxada pela cúpula da Casa: o atual presidente, Eunício Oliveira (MDB), ficou em terceiro lugar no Ceará, e o vice-presidente, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), em quarto na Paraíba. Além deles, perderam a vaga o senador Edison Lobão (MA), do MDB, e ex-ministros de Minas e Energia, além de Garibaldi Alves (MDB-RN), ex-ministro do Turismo, Romero Jucá ex-ministro do Planejamento e ex-líder do governo Michel Temer. Senadores que lideraram a oposição ao governo Temer, como Roberto Requião (MDB-PR) e Lindbergh Farias (PT-RJ), ficaram de fora da próxima legislatura. A eleição para o Senado também deixou de fora dois ex-governadores do PSDB que estão na mira de operações policiais por suspeita de corrupção: Marconi Perillo (Goiás) e Beto Richa (Paraná). O ex-petista Delcídio do Amaral (PTC-MS) fracassou ao tentar retornar ao Senado. Esperanças do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff (MG), cassada pelo Congresso em 2016, e o ex-senador Eduardo Suplicy (SP) não conseguiram se eleger. O eleitor entendeu que o voto é a vassoura do bem e eliminou uma grande leva de corruptos que agora sem foto privilegiado terão de amargar os processos da Lava Jato. 


Fonte: Gazeta do Povo

Fonte das fotos: Imagem/Reprodução/Internet/TRE