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As urnas eletrônicas usadas nas eleições brasileiras são seguras?

Por: Elite FM
Publicado em 27/09/2018
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 Sempre é bom avançar nas informações sobre as tais de “urnas eletrônicas. Mesmo sendo o único país a realizar esse tipo de teste, dezenas de dúvidas surgem a respeito da segurança e o armazenamento de informações das urnas eletrônicas brasileiras. O receio é que pessoas mal-intencionadas usem a tecnologia para ameaçar a democracia e influenciar o resultado das eleições. Dentre os grupos participantes, dois conseguiram encontrar brechas na segurança das urnas. Um deles é formado por peritos da Polícia Federal (Grupo 4) e o outro liderado por Diego Aranha (Grupo 1), doutor em Ciência da Computação. O Grupo 4, coordenado pelo perito criminal da Polícia Federal Ivo de Carvalho Peixinho, obteve sucesso parcial com o plano "Extração de chave privada do Sistema Operacional da Urna Eletrônica". Já o Grupo 1 detectou e utilizou uma sequência de vulnerabilidades para inserir códigos de autoria nos programas da urna eletrônica antes do processo de carga, ou seja, quando o software é instalado. Os testes só são encerrados quando ninguém mais consegue acessar os dados. Houve um processo de evolução e a primeira urna que foi usada tem poucas semelhanças com as utilizadas atualmente. Neste ano, Diego Aranha descobriu a falha que permitia sequenciar os votos. A partir disso, importantes mudanças foram feitas para deixar a segurança das máquinas ainda mais robusta e o TSE investe continuamente em aperfeiçoamentos. De qualquer maneira o senso crítico das pessoas revela que como se trata de equipamentos de tecnologia, todos eles têm a possibilidade de  invasão, pois quem faz o lado positivo, pode também influenciar o negativo. Até as forças armadas americanas sofrem invasões. De modo que a desconfiança sempre é pertinente.


Fonte: Capital Informação

Fonte das fotos: ImagemReprodução/Urna Eletrônica TSE