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Futuro da Positivo Educação depende da vontade de seis famílias diferentes

Por: Elite FM
Publicado em 19/09/2018
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Foto:Internet/http://www.colegiopositivo.com.br/

Enquanto a empresa se debruça sobre o plano de abrir capital, que conciliaria melhor os interesses dos sócios, as ofertas de compra não param de chegar – e são analisadas uma a uma. De tão frequentes que se tornaram, as notícias sobre a venda da Positivo Educação já não surpreendem mais o vice-presidente do grupo, Lucas Guimarães, membro de uma das seis famílias de acionistas da empresa. Nos últimos cinco anos têm sido assim, diz Lucas, que ocupa o cargo desde 2010, vindo da Positivo Informática, hoje Positivo Tecnologia, onde participou do processo de abertura de capital da empresa. Só no último mês, pelo menos três novas informações davam conta da venda do grupo e também da negociação separada de ativos de educação, como a Universidade Positivo e os colégios. Lucas confirma o assédio do mercado, mas diz que daí a fechar um negócio há praticamente um abismo. A oferta precisa atender aos interesses de todos os acionistas. São seis famílias, cada uma representada por uma holding independente, e mais de 20 pessoas físicas na sociedade da empresa. Em 2017, o grupo entrou para o clube do bilhão, com faturamento de R$ 1,1 bilhão e lucro de R$ 117 milhões, quase 70% a mais do que em 2016. Neste ano, até agora, o desempenho da empresa já supera em 20% o resultado do mesmo período de 2017, mas a projeção total para 2018 não é muito ousada, garante Lucas. A empresa deve encerrar o ano com R$ 80 milhões de investimento na operação. "Com dinheiro de sobra, a Positivo Educação mantém o plano de compra de ativos iniciado lá em 2016. No início deste mês, adquiriu três novas unidades em Ponta Grossa dois colégios e um curso pré-vestibular. 


Fonte: Gazeta do Povo

Fonte das fotos: Imagem:http://www.colegiopositivo.com.br/