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Justiça do Trabalho pode acabar se juízes se opuserem à reforma, diz ministro do TST

Por: Elite FM
Publicado em 08/05/2018
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Ives Gandra, ministro do TST/ Albari Rosa-Gazeta do Povo

Ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, diz que a insegurança jurídica após a reforma trabalhista é criada por juízes que não aceitaram a nova lei. Para Ives Gandra Martins Filho, ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a insegurança jurídica após a reforma trabalhista é criada por juízes que não aceitaram a nova lei. "Se esses magistrados continuarem se opondo à modernização das leis trabalhistas, eu temo pela Justiça do Trabalho. De hoje para amanhã, podem acabar com [a instituição]", disse Ives Gandra. A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho se opôs à nova lei. Para Gandra Filho, que deixou o posto de presidente do TST em fevereiro deste ano, esse movimento é um "suicídio institucional". Ele elogiou os efeitos positivos do que chamou de "modernização das leis trabalhistas". Como o trabalhador que perde a causa hoje pode ser condenado a pagar honorários ao advogado da empresa e custas processuais, o número de pedidos caiu, segundo o ministro. O número de ações trabalhistas caiu pela metade, já que muitas ações eram fraudadas por inverdades imaginando que o empregado sempre tem razão. "Não é a reforma que está gerando insegurança, são os juízes que não querem aplicá-la", afirmou Gandra Filho.


Fonte: Gazeta do Povo

Fonte das fotos: Imagem Photo Digital/Reprodução/ Albari Rosa-Gazeta do Povo