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A produtividade no Brasil é pior hoje do que era em 1994. Entenda por quê

Por: Elite FM
Publicado em 06/05/2018

Mais de 20 anos se passaram e junto com eles governos de diferentes partidos e espectros políticos, mas a capacidade brasileira de transformar recursos em bens e serviços em nada melhorou. A produtividade do trabalhador brasileiro é, hoje, pior do que era em 1994. Mais de 24 anos se passaram e junto com eles governos de diferentes partidos e espectros políticos, mas a capacidade brasileira de transformar recursos em bens e serviços em nada melhorou. A conclusão é de um estudo feito pelo Insper em parceria com a consultoria Oliver Wyman, divulgado na semana passada, o qual analisou dados nacionais e internacionais sobre produtividade. No Brasil, entre 1996 e 2010, o índice que mede a produtividade, chamado de PTF (produtividade total dos fatores), caiu de forma acentuada em comparação com o resultado americano, saindo de 69% em 1996 para 48% em 2014. O relatório “Panorama Brasil” mostra que no final dos anos 1990 esta queda foi acompanhada pelos países emergentes e da América Latina, mas a partir daí, no início dos anos 2000, estes outros países conseguiram alterar os rumos para uma trajetória ascendente, enquanto que o Brasil continuou registrando níveis cada vez piores de produtividade. Não é problema de um ou dois governos, é problema do país há décadas. Segundo análise feita pela Oliver Wyman e pelo Insper, nas últimas duas décadas o Brasil pouco avançou em sua produção por trabalhador: passou de 25 mil dólares em 1994 para 30 mil dólares em 2016, registrando um crescimento de apenas 19% em mais de 20 anos. Relativamente à produção por trabalhador dos Estados Unidos, estamos em um patamar pior do que estávamos na década de 1990, já que o crescimento do PIB por trabalhador americano registrou crescimento de 48% no período estudado.


Fonte: Gazeta do Povo

Fonte das fotos: A base para o crescimento da produtividade está na educação de qualidade, que deve ser construída desde agora para que seus efeitos sejam percebidos no longo prazo Marcelo Andrade/Gazeta