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Brasil assume rombo após calote de R$ 1,3 bilhão de Venezuela e Moçambique

Por: Elite FM
Publicado em 01/05/2018

É mais uma herança maldita deixada por Lula e Dilma. Empréstimos problemáticos foram concedidos durante as gestões dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. O governo brasileiro vai ter de mexer no Orçamento deste ano para cobrir um calote de R$ 1,3 bilhão dos governos da Venezuela e de Moçambique. Os empréstimos têm como avalista o Fundo de Garantia à Exportação (FGE), vinculado ao Ministério da Fazenda. Para garantir o pagamento, cujo vencimento é no dia 8 de maio, o presidente Michel Temer precisa enfrentar a resistência dos parlamentares e aprovar no Congresso um crédito suplementar, no valor da dívida, no Orçamento. Esses empréstimos problemáticos, concedidos durante as gestões dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff que priorizaram relações com a América Latina e a África serviram para que esses países importassem mercadorias e serviços do Brasil de forma financiada. Os credores são o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Credit Suisse. Está previsto que, se os países tomadores não pagarem, o FGE tem de cobrir os financiamentos. “São compromissos assumidos no passado, portanto, não no nosso governo, mas que este governo tem que cumprir”, comentou Temer. “Caso não honre, o Brasil fica inadimplente perante o sistema financeiro internacional, o que é uma sinalização muito ruim para o país. O calote da Venezuela e Moçambique de R$ 1,3 bilhão é fruto da imbecilidade administrativa de Lula e Dilma, que  nós temos que cobrir de qualquer maneira.

 


Fonte: Gazeta do Povo