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Walter Williams: “Faculdade não é para todo mundo”

Por: Elite FM
Publicado em 14/02/2018

Professor de Economia, célebre por desafiar o senso comum, questiona a eficácia das cotas raciais e as supostas boas intenções dos programas do governo. Aos 82 anos, Walter Williams continua batendo cartão como professor de Economia na Universidade George Mason, nos arredores de Washington. Ele se opõe às cotas raciais, aos benefícios sociais do governo e à agenda política da esquerda contemporânea. Na universidade de  Berkeley apenas 15% dos estudantes negros, admitidos por cotas, se formaram. Nos Estados Unidos, 80% dos jogadores profissionais de basquete são negros. No futebol americano profissional, 66% dos jogadores são negros. Isso desmonta a ideia de que devem existir cotas de acordo com a população do país. No Brasil nem sempre há uma distinção clara entre negros e brancos e esse é um problema a mais para as cotas. O professor  Willians diz que a própria natureza humana explica a desigualdade, e que muitas pessoas erram ao não ver isso.” Eu acho que existe educação demais, pelo menos nos níveis mais altos. E digo por essas razões: nos EUA, perto de 50 % de calouros das faculdades precisam de educação complementar em matemática, escrita e inglês. Ou seja, o diploma de ensino médio que eles receberam era fraudulento. Eles não estavam prontos para a faculdade. Eu estou dizendo que em muitos casos a faculdade é uma perda de tempo.” No Brasil há excesso de diplomas,mas carência de capacidade em praticamente todos os cursos a partir da Medicina.


Fonte: Gazeta do Povo