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O?custo do atraso no setor público

Por: Elite FM
Publicado em 05/01/2018

O governo não vive de produzir e vender seus serviços, mas não está dispensado de executar investimentos e serviços com eficiência, qualidade e racionalidade. Nos últimos 200 anos o mundo tem sido um lugar complexo, com fantásticas realizações a favor da vida e da melhoria do bem-estar social, mas também com grandes tragédias humanas, como guerras, fome e violência urbana. As inovações tecnológicas, gerenciais e comportamentais vêm explodindo em escala exponencial, abrindo enormes possibilidades para a melhoria do padrão de vida da humanidade e, principalmente, enfrentar o desafio de alimentar e cuidar de uma população que saiu da marca de 1 bilhão em 1830 para 7,4 bilhões atualmente. O fato é que o mundo nunca viu uma onda tão intensa de invenções e inovações em todos os campos da atividade humana quanto a que está ocorrendo agora. No meio das gigantes revoluções tecnológicas e das inovações em curso, o Brasil segue agarrado ao passado, atrasado e com pequena participação na criação de inventos, patentes e inovações nascidas em território nacional, a despeito de, em algumas áreas, o país ter do que se orgulhar. Uma dessas áreas vem do setor primário, especialmente a produção rural e a cadeia de agronegócios, cujos setores têm evoluído bastante nas últimas décadas. Inversamente, um setor tem se mostrado refratário e lento na absorção de tecnologias e inovações modernizantes capazes de melhorar seus serviços e baratear os custos. O governo não pode distribuir dinheiro. Sua obrigação é criar infraestruturas para o desenvolvimento geral em educação, logística ,segurança ,saúde  e serviços públicos com a aplicação eficiente dos impostos. O custo-Brasil é um dos mais altos do mundo exatamente por falta de infraestrutura, onde até o transporte de trem é insignificante e as rodovias péssimas.


Fonte: Gazeta do Povo