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Carne suína: mitos e verdades.

Por: Elite FM
Publicado em 31/12/2017

Muito mais do que o pernil de fim de ano e a linguiça da feijoada, a carne suína pode tomar forma em 60 cortes diferentes. No Brasil, a menção à iguaria remete, em um primeiro momento, aos embutidos, ao pernil comum nas ceias de fim de ano, à linguiça da feijoada ou ao tão amado bacon. Mas a carne tem um vasto universo a ser explorado: cerca de 60 cortes diversos, que vão dos tradicionais joelho e costela até partes mais nobres, como mignon e a alcatra. A busca por cortes suínos mais incomuns aumenta no Brasil, assim como o consumo nacional, em atuais 15 quilos anuais, ainda bem abaixo da Europa, que tem consumo médio de 25 quilos anuais por pessoa. Os cortes mais vendidos em frigoríficos ainda são o pernil (com e sem osso), a costela e o joelho. Mas, segundo Angelo Bizinelli, sócio-gerente do Frigorífico Bizinelli, nos últimos anos outras partes passaram a ser procuradas, como o copa-lombo e a barriga. “As pessoas têm vencido algum preconceito e, aos poucos, têm descoberto as carnes suínas nobres, como a picanha”. A principal dica de preparo de carne suína, especialmente os cortes mais altos, é marinar a carne e, depois, cozinhá-la em baixa temperatura por um longo período de tempo, para que não perca líquido.“A carne tem que ser bem cozida, mas não em demasia”, “Cozinhar demais deixa ela seca e descaracterizada, porque desidrata fácil. É como o peito de frango. O preço da carne suína também é uma vantagem: em comparação com a bovina, ela sai mais em conta. Os tabus com relação à carne suína, até pouco tempo associada à transmissão de doenças e à alta quantidade de gordura foram definitivamente derrubados por uma produção controlada e por cortes mais saudáveis.    


Fonte: Gazeta do Povo