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Ressaca além de ruim pode ser fatal

Por: Elite FM
Publicado em 14/11/2017

Especialista explica os efeitos pós-bebida e o que pode gerar no organismo. Os mais recentes dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 30% dos homens e 10% das mulheres no Brasil consomem álcool em excesso pelo menos uma vez por semana. Além disso, quase 80% dos jovens referem consumir bebidas alcoólicas regularmente, ressaltando que o álcool é uma das drogas mais consumidas em todo o mundo. Segundo Máximo Asinelli, nutrólogo e proprietário da Clínica Asinelli em Curitiba - PR, “depois de um ataque de bebedeira, o desconforto e pesar ocorrem quando o conteúdo alcoólico no sangue começa a cair. Os sintomas atingem o pico quando o álcool no sangue volta a zero”, explica. Em pequena quantidade, o álcool eleva a produção de dopamina, neurotransmissor que proporciona uma sensação de bem-estar. Muitas pessoas continuam bebendo para prolongar essa sensação, o que leva a intoxicação aguda por álcool: a ressaca. À medida que a quantidade de álcool no organismo vai aumentando, outro neurotransmissor, chamado gaba, que induz ao sono, começa a ser liberado no cérebro. “Atingindo esse estágio, provavelmente a ressaca no dia seguinte será inevitável, o que pode ser mortal, sobretudo para aqueles cujos trabalhos envolvem a segurança dos outros, como pilotos, salva-vidas, motoristas etc”, ressalta Asinelli. Ao entrar no sistema circulatório, o álcool dá origem a um processo químico que libera energia. O usuário crônico frequentemente desenvolve deficiências nutricionais de proteína e vitaminas do complexo B, tornando-se um obeso desnutrido”, finaliza o especialista.


Fonte: Toda Comunicação