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Por que a malha aérea do Paraná encolheu?

Por: Elite FM
Publicado em 02/11/2017
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Pato Branco  está na reta final para operar voos comercial  da Azul Linhas Aéreas.Recessão, tributação elevada e falta de concorrência no setor explicam queda na oferta de voos internos no estado. Essa é a nova realidade da malha aérea do Paraná, prejudicada pela falta de competitividade no setor, pela crise econômica que assolou o Brasil entre 2015 e 2016. Até metade de 2015, o Paraná era bem servido de voos interestaduais. O número de passageiros que chegavam ao Aeroporto Afonso Pena vindos do interior correspondia a 15,5% do total e agora apenas 8,5%. Foz do Iguaçu tinha 7 voos diários de Curitiba e agora são apenas 3. Segundo a Fiep, o setor aéreo não está negligenciando a demanda existente no Paraná. Sempre que houver a condição econômica que viabilize uma conexão a linha aérea marcará presença. É o caso de Pato Branco, que em dezembro vai integrar o sudoeste à aviação comercial, graças à redução do ICMS da aviação para os voos regionais de Ponta Grossa, Guarapuava, Umuarama e Pato Branco, que de 18% pode chegar a 8%, para a Azul, a título de incentivo para operar a linhas do interior. O alto custo das passagens aéreas é o principal problema, mas no caso de Pato Branco, o preço será o diferencial atrativo, tendo sido anunciado um custo em torno de R$ 180. A prefeitura de Pato Branco entra na reta final para deixar o aeroporto liberado pela Anac para o início das operações. Aguarda-se decisão judicial para liberar o recapeamento da pista do aeroporto. O terminal de passageiros avança na instalação dos equipamentos e em breve devem acontecer as vistorias finais. 


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm

Fonte das fotos: Imagem Photo Digital/Reprodução/Linhas Áereas Azul