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Sal rosa do Himalaia pode não ser só sal: como fazer o teste

Por: Elite FM
Publicado em 18/10/2017

A contaminação com outros elementos pode acontecer durante o trajeto do Himalaia ao Brasil. Química descobre até sílica em sal do Himalaia e ensina como fazer o teste em casa. Moda no Brasil e em outros países, o consumo do sal rosa do Himalaia vem ganhando adeptos. Entre ser terapêutico, funcional ou atuar na saúde de quem o consome, um detalhe é certo: o risco de conter contaminantes, como pedaços de sílica, misturados à composição do produto é alto, se for comprado sem certificação. Além da mistura  de sal  comum nas mais variadas proporções.O sal rosa do Himalaia seria rico em contaminantes abrasivos, que poderiam atacar negativamente o intestino de crianças e idosos ou pessoas com sensibilidade no trato digestivo.Em teste com água filtrada num copo pode-se observar que o sal não dissolve,não fica melado e sugere a presença de outros elementos, principalmente sílica e percebe-se que é abrasivo.Estudos e pesquisas não comprovaram os benefícios anunciados do tal sal rosa do Himalaia e se tem componentes benéficos são insignificantes. O sal rosa tem menos sódio que o sal comum, mas  é um diferença muito pequena. Na verdade o sal rosa entrou no marketing para o comércio sendo mais caro que o sal comum. O ideal mesmo é reduzir ao máximo o consumo de sal.