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O que temos a aprender com ‘O Sul é o Meu País’

Por: Elite FM
Publicado em 11/10/2017

À primeira vista, o “plebiscito” pode parecer algo meramente folclórico, mas em tempos de uma crise política sem precedentes em Brasília e da ascensão do espírito separatista pelo mundo, essa é a pior abordagem para o assunto. Segundo o movimento, as urnas se alastraram por dois terços das cidades dos três estados (cerca de 800 de um total de 1.191). E o número de voluntários triplicou. Trocando em miúdos, existe sim uma determinada parcela de brasileiros (pequena, mas não desprezível) que assume sem constrangimento a ideia de que fazer parte do Brasil é um problema. O que é fácil de garantir é que o lodaçal político brasileiro somado à era da pós-verdade nas redes sociais é um terreno fertilíssimo para espalhar soluções simplistas para problemas complexos. Esses movimentos refletem o sentimento de desolação do brasileiro que é mais do que legítimo. A onda de pessimismo precisa ser mapeada/estudada/tratada para não se transformar, em curtíssimo tempo, em uma maré desenfreada de oportunismo. O Brasil tem oportunidades de vida digna para todos, mas precisa principalmente de uma democracia composta de políticos, gestores públicos, que  tenham competência, ética,moral e vida exemplar e que a educação exerça sua função em formar cidadãos críticos e que o público e o privado não seja essa cadeia de corrupção, sendo os políticos brasileiros os mais corruptos do mundo.


Fonte: André Gonçalves-GP e Elite FM