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Fim da reforma política: ricos, grandes partidos e quem já tem mandato se beneficiaram

Por: Elite FM
Publicado em 09/10/2017

Infelizmente  a grande  maioria do eleitor não  é  capaz de fazer juízo de valor e  não se dá conta de que o Brasil tem os piores políticos do mundo. Congresso garantiu dinheiro para campanhas eleitorais, liberou autodoações milionárias e criou restrições para o funcionamento de pequenos partidos. Tudo valendo já para o pleito de 2018. Deputados e senadores discutiram, discutiram e, finalizada a reforma política eleitoral, não mudaram a forma como os políticos são eleitos: o brasileiro vai continuar a votar em um candidato a deputado podendo eleger outro. No médio prazo, as mudanças que eles aprovaram tendem a facilitar a governabilidade e a dificultar a vida das pequenas legendas e das chamadas siglas de aluguel. Mas, no curto prazo, para as eleições de 2018, as novas normas eleitorais vão beneficiar os próprios parlamentares, aqueles que são ricos e os grandes partidos – muitos dos quais envolvidos no escândalo da Lava Jato.Para as eleições do ano que vem, os principais pontos da reforma basicamente fortalecem as grandes siglas, asseguram aos partidos e candidatos dinheiro público para bancar suas campanhas e permitem que candidatos ricos possam gastar grandes quantias de seu próprio dinheiro para se eleger.Infelizmente 80% dos eleitores  estão na faixa do analfabetismo funcional e não sabem fazer juízo de valor sobre a escolha dos candidatos e seu voto fica exposto ao mercado.Se imperasse o senso crítico,o eleitor  saberia que os atuais políticos não merecem voto por serem os piores políticos do mundo.


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm