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Só para meninos (ou meninas): escolas com sexo único voltam a ganhar espaço

Por: Elite FM
Publicado em 09/07/2017

Mais de 600 escolas adotam a prática no Brasil; nos EUA, a chamada educação singular é vista como alternativa na rede pública. Novos perfis de alunos e novas necessidades para a educação estão levando à criação de soluções que buscam na releitura do passado uma resposta para as questões do presente. Uma dessas tendências é o ressurgimento de escolas exclusivas para meninos ou meninas, que crescem a cada ano – hoje, são 240 mil escolas no mundo, presentes em 70 países. O declínio das escolas da educação singular, também conhecidas pelo termo single-sex (sexo único, em tradução livre), ocorreu por causa do desgaste de currículos tradicionais. Hoje, as escolas do tipo ressurgem com a proposta de se adaptar aos ritmos diferentes de cada gênero, apoiada em estudos que apontam diferenças no desenvolvimento cognitivo e social de meninos e meninas. “Salas de aula single-sex podem tornar mais fácil para os professores adaptarem o seu estilo de ensino às características comportamentais dos alunos”, afirma o psicólogo da escola norte-americana Clover Park School District, Robert Kirschenbaum. “Meninas parecem preferir ambientes mais quietos em que possam trabalhar em grupo e chegar a um consenso. Meninos costumam preferir um ambiente mais competitivo, com mais atividades físicas e mais barulho”, completa.


Fonte: Gazeta do Povo