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A esquerda revolucionária e seu eterno mau humor

Por: Elite FM
Publicado em 08/04/2021
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Foto:Divulgação/https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino

E lá vamos nós falar do imitador do focas uma vez mais. Sei que é tudo o que ele deseja, mas não acho mais sábio simplesmente ignorar. A esquerda radical sempre cresceu com a espiral de silêncio em torno de si, blindada contra críticas. A exposição de sua essência é crucial, em minha opinião. Dessa vez o alvo de Felipe Neto foi o bom humor. O "influencer" disse que é preciso acabar com a tolerância com o bom humor em tempos de genocida. Deixo de lado aqui a hipocrisia. Mas o foco aqui será outro: a esquerda se alimenta da raiva. A esquerda revolucionária precisa do caos, da raiva permanente, do ódio constante, por isso sempre condenou o bom humor, que jamais foi capaz de nutrir. É preciso demonstrar "indignação perpétua"pois o mundo é "injusto", o "sistema" é podre e precisa ser derrubado.(Mesmo ingressando na corrupção ?) Estou lendo e recomendo o livro Fortitude, de Dan Crenshaw. É excelente antídoto. Ele abre falando justamente do "outrage" constante em nossa sociedade moderna, alimentado pelas redes sociais e pela esquerda. Bernie Sanders, o socialista, chegou a afirmar que é fundamental estar sempre irritado - talvez por isso ele tenha comprado três casas, tentando espalhar raiva por todo canto. A tática é seduzir pelas emoções, nunca pela razão, e explorar de forma sensacionalista as imperfeições do mundo. É uma sinalização de virtude também: se você está devidamente informado e tem sensibilidade, então precisa estar revoltado! Se não está, então é porque não está "alerta" o suficiente.  Não podemos perder nosso senso de humor. "A alternativa", explica, "é uma sociedade abafada e emocionalmente reprimida, pisando em cascas de ovos proverbiais. Soa um pouco como o inferno". A esquerda radical parece gostar do inferno, e quer arrastar todos para lá. 


Fonte: Rodrigo Constantino-Gazeta do Povo