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Muitas pessoas ainda negam os males do comunismo

Por: Elite FM
Publicado em 05/03/2021
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Memorial às vítimas do comunismo em Praga, criado pelo escultor tcheco Olbram Zoubek-Foto: Bigstock/Gazeta do Povo

Um dos livros mais aclamados do século XX foi “A Negação da Morte”, de Ernest Becker. Vencedor do Prêmio Pulitzer de 1974, o livro é considerado um clássico por sua análise de como os seres humanos negam sua mortalidade. Mas há algo que as pessoas negam mais do que a mortalidade: a maldade. O maior exemplo da negação da maldade é o comunismo, ideologia que, num período de 60 anos, criou o totalitarismo contemporâneo e privou os seres humanos de direitos, além de ter torturado, causado fome e assassinado mais pessoas do que qualquer ideologia na história. Antes, contudo, preciso tratar de outra questão: por que é importante conhecer as consequências do comunismo? Eis três respostas: Primeiro, temos uma obrigação moral para com as vítimas de não esquecê-las. Depois, a melhor forma de evitar a recorrência da maldade é confrontá-la em todo o seu horror. O fato de muitas pessoas hoje em dia, sobretudo os jovens, acreditarem na viabilidade do comunismo — e até que ele é moralmente superior — prova que elas não conhecem nada da história do comunismo. Portanto, elas não temem o comunismo — o que significa que esse mal pode se repetir. E por que ele pode se repetir? O que nos traz à terceira resposta. Os líderes dos regimes comunistas e as pessoas que os ajudaram a torturar, escravizar e assassinar — além das pessoas que denunciaram vizinhos por dizerem algum incômodo para os comunistas — eram pessoas praticamente normais. Claro que algumas eram psicopatas, mas nem todas. De acordo com “O Livro Negro do Comunismo”, escrito por seis estudiosos franceses e publicado, nos Estados Unidos, pela Harvard University Press, a quantidade de pessoas assassinadas — não pessoas mortas em combate, e sim civis comuns tentando viver suas vidas — pelos regimes comunistas foram:— América Latina: 150 mil.— Vietnã: 1 milhão.— Leste Europeu: 1 milhão.— Etiópia: 1,5 milhão.— Coreia do Norte: 2 milhões.— Camboja: 2 milhões.— União Soviética: 20 milhões (muitos estudiosos acreditam que o número seja consideravelmente maior).— China: 65 milhões.Tudo isso sem contar o trauma sofrido por centenas de milhões de amigos e parentes dos assassinados e presos.


Fonte: Gazeta do Povo