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Como foi a volta às aulas presenciais nas escolas particulares de Curitiba

Por: Elite FM
Publicado em 08/02/2021
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Sala de aula do Colégio Marista Paranaense: 50% de ocupação e distância de 1,5 metro entre as carteiras-Foto: Lineu Filho/Tribuna do Paraná

Depois de quase um ano fechadas por causa da pandemia do novo coronavírus, nas escolas de Curitiba em que as aulas presenciais já foram retomadas, o sentimento geral é de segurança e, sobretudo de alegria, segundo relatam pais, alunos, professores e diretores. Enquanto os colégios da rede pública estadual programam para o dia 18 o reinício das atividades em sala de aula, na maior parte das instituições privadas os estudantes voltam a partir desta semana, conforme sugestão do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe-PR).A adoção de aulas presenciais, tanto na rede pública quanto na privada, foi autorizada pelo Decreto 6.637/2021, assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) no último dia 20.Nos colégios do Grupo Marista, o ano letivo começou na segunda-feira (1º), com a maior parte das turmas no modelo híbrido, em que metade dos estudantes comparece à escola e a outra metade acompanha as aulas pela internet, alternadamente. “Tem turmas que estão totalmente no presencial, por haver um número menor de alunos em uma sala de aula ampla, que os comporta com o distanciamento de um metro e meio”, explica o diretor do Colégio Marista Paranaense, Gilberto Zimmermann Costa. Na fila para entrada da escola, há cordões e marcações no chão para indicar a posição em que os estudantes devem se manter até terem a temperatura aferida. Dispensadores de álcool em gel também estão espalhados por toda a unidade. A entrada é feita de forma escalonada, para evitar aglomerações. Nas salas, janelas abertas, distância de 1,5 metro entre as carteiras e troca de máscaras a cada duas horas. No recreio, os lanches são feitos em sala e, somente após terem terminado de comer, os alunos saem para o intervalo, também com horários diferentes para cada grupo. A opção pelo modelo híbrido foi feita por quase todas as famílias. Chegou a 90% os que preferiram voltar à escola. Na educação infantil, foi 100%”. Para ele, a presença de estudantes dá vida à instituição. 


Fonte: Gazeta do Povo