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Piora da pandemia e do desemprego: 7 medidas que o governo estuda adotar para aquecer a economia

Por: Elite FM
Publicado em 07/02/2021

A equipe de Paulo Guedes vem estudando um conjunto de medidas para tentar aquecer a economia neste começo de ano. As ações serão necessárias diante da piora da pandemia da Covid-19 e do alto índice de desemprego medido pelo IBGE. As medidas podem ser anunciadas nas próximas semanas e entrariam em vigor imediatamente, via edição de decretos e medidas provisórias. Elas incluem a antecipação do pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas e do abono salarial (um tipo de 14º para quem ganha até dois salários mínimos), postergação do pagamento de impostos por parte das empresas e a liberação de nova rodada de saques do FGTS. O governo confirmou que estuda a prorrogação, em nova versão, do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), que permitiu a suspensão do contrato de trabalho e a redução de salário e jornada da iniciativa privada. Todas essas ações já foram adotadas no ano passado para tentar reduzir o tombo da economia e foram consideradas bem-sucedidas pelo governo. Com exceção do BEm, elas não possuem impacto fiscal, ou seja, não representam gastos extras e não vão piorar o resultado das contas públicas. Apenas antecipam despesas, atrasam o recebimento de impostos ou liberam dinheiro que já está disponível em fundo privado. A equipe econômica sabe que essas medidas sozinhas não serão capazes de garantir um crescimento econômico sustentável. Por isso, a ordem do ministro Paulo Guedes é continuar com a defesa do "destravamento" da agenda de reformas e produtividade, que depende majoritariamente da aprovação do Congresso. Essa agenda inclui as reformas administrativa, tributária e orçamentária (Pacto Federativo) e os marcos regulatórios, como do gás natural, do setor elétrico, do petróleo e da cabotagem, para destravar o que o ministro chama de “onda de investimentos privados". 


Fonte: Gazeta do Povo