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Paralisação dos caminhoneiros, não é confirmada por entidades do Sudoeste

Por: Elite FM
Publicado em 19/01/2021
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Um dos pontos de paralisação em 2018 foi no Trevo da Cattani Foto- Helmuth Kühl-Arquivo Diário do Sudoeste

Na pauta deste grupo que pleiteia a paralização está a manifestação contrária ao projeto BR do Mar (que incentiva a navegação pela costa brasileira que permite transporte mais barato), novamente o piso mínimo do frete e reclamações contra a política de preços de combustíveis. As últimas tentativas de paralisação da categoria não tiveram andamento por divergências entre as entidades representativas. Na região Sul, caminhoneiros prometem, em grupos de WhatsApp, bloquear cidades e fábricas de alimentos, podendo, assim, comprometer o abastecimento de supermercados. O sudoeste do Paraná sempre se mostrou forte e com liderança frente os movimentos dos caminhoneiros. Agora, o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos, Gilberto Gomes da Silva, uma das lideranças dos movimentos dos caminhoneiros no Sudoeste, afirma que as entidades representativas na região não estão envolvidas na mobilização anunciada recentemente. O presidente afirma que “Agora não tem clima para parar, o caminhoneiro não quer parar”, diz Silva completando que “todas as manifestações que tivemos até hoje, o resultado efetivo que chega na ponta é muito pouco. Da Silva atualmente avalia que o preço mínimo do frete, também chamado como piso do frete, “foi um tiro no pé” dos caminhoneiros, uma vez que, taxando valores, as empresas que contratavam os autônomos passaram a ampliar suas frotas, e o mesmo ocorreu com os frotistas, segundo ele.Com relação ao preço do óleo diesel, ele reconhece, hoje, que não tem como brigar pelo tema por se tratar de uma política de preço da Petrobras, adotada em 2017.A atual situação dos caminhoneiros  também tem como causa a facilidade de empréstimos para a compra de caminhões nos últimos anos, o que permitiu a entrada de mais de 300 mil caminhões, inflacionando o mercado do frete, que se guia pela lei da oferta e da procura.Com excesso de caminhões o  frete tem opção por menores preços.


Fonte: Diário do Sudoeste e Elite FM