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Como sobreviver a 2021

Por: Elite FM
Publicado em 29/12/2020
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O ano da esperança?| Foto: Gerd Altmann/Pixabay/Gazeta do Povo

O ano de 2020 não vai deixar saudades. A pandemia do novo coronavírus dizimou aproximadamente 1 em cada 1.000 brasileiros. Oito em cada dez pegaram ou conhecem alguém que pegou covid-19. A pandemia aprofundou as diferenças ideológicas entre os cidadãos do país, mas o vírus é cego para cores políticas. Todos foram afetados, seja na saúde, seja pelas restrições no cotidiano, seja pelo impacto econômico. O número de desempregados, para ficar só em um dos principais dramas desse ano, aumentou 38,6% desde maio, segundo o IBGE. Temos, portanto, todo o direito de depositar as esperanças em 2021. Não tem como ser pior que 2020. Mas não vai ser fácil. Algumas atitudes simples podem ajudar a sobreviver a 2021.Vacine-se contra covid-19, se você está no grupo de brasileiros que terá esse direito. Mais de 4 milhões de pessoas em sete países já tomaram a primeira dose — apenas meia dúzia de indivíduos tiveram reação, mas já estão bem de saúde. A proteção contra a doença não é privilégio das nações ricas. Países latino-americanos como México, Costa Rica, Chile e Argentina já começaram ou iniciam esta semana a campanha de imunização. No Brasil pode demorar um pouco mais e a cobertura será menor, mas não ficaremos de fora. O diretor-geral da farmacêutica AstraZeneca disse  que sua vacina tem 100% de eficácia. Esse é o imunizante ao qual o governo federal, via parceria da Fiocruz com o laboratório britânico, deu prioridade. Outra vacina promissora é a Coronavac. Esqueça essa história de que foi desenvolvida na China. Ela foi testada por cientistas brasileiros e será produzida por aqui. Também há a possibilidade de termos as vacinas da Pfizer, da Moderna, entre outras. Todas têm se revelado seguras nos testes clínicos com voluntários. Se a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, aprovar, não há nada a temer. Isso pode salvar sua vida — e pode salvar a vida de quem não terá acesso às vacinas, por não estar nos grupos prioritários, mas que venha a se contaminar com a forma grave da doença e a precisar de uma vaga em um hospital. Você pode sobreviver a 2021... e pode ajudar outras pessoas a sobreviver a 2021.


Fonte: Diogo Schelp-Gazeta do Povo