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Com medo de “extinção” em 2022, partidos pequenos e médios querem mudar lei eleitoral

Por: Elite FM
Publicado em 28/12/2020
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Partidos no Brasil, a absoluta maioria são sinecuras. E se partido não tem votos é porque nada representa e sua extinção é a lógica.-Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

É simplesmente um absurdo o Brasil ter 33 partidos oficiais e uma penca em andamento. A maioria dos partidos são bancas de negociatas com viés de avançar no dinheiro público. Mais precisamente partidos são sinecuras. Apreensivos com os resultados das eleições de 2020, parlamentares de partidos médios e pequenos na Câmara buscam alternativas para um eventual retorno das coligações partidárias para 2022.Deputados de legendas pequenas médias temem que pelo menos um terço das agremiações políticas possa ser extinta após 2022. Se os partidos não têm votos é porque não representam o povo e seu destino será a extinção e coligações são arranjos fisiológicos e interesseiros. O efeito Tiririca foi desastroso, pois serviu de muleta para eleger incompetentes, que não teveram votos suficientes. As disputas municipais de 2020, em 73% das Câmaras houve redução no número de partidos representados. Em 2016, metade dos municípios brasileiros (50%) elegeu vereadores de até seis partidos diferentes. Em 2020, foram apenas 18%. Em país sério predominam, no máximo 5 partidos e no Brasil a inflação de partidos contribuiu para mais descrédito  popular  e a prova é que partidos e políticos são as duas classes mais desacreditadas e está na hora de por ordem na casa com 5 partidos no máximo e que o bem do país seja prioridade, sem o tradicional fisiologismo interesseiro que  luta por sucessivas reeleições. Se houvesse plebiscito para apontar qual seria o número ideal de partidos, seguramente os 33 ficariam, talvez sem um 3. 


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm