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Por que intelectuais e artistas são tão apegados ao marxismo e utopias totalitárias

Por: Elite FM
Publicado em 23/12/2020

Se a religião é o ópio do povo, o marxismo é o ópio dos intelectuais. Em 1955, aconteceram os conflitos que mais tarde marcariam o começo da Guerra do Vietnã. Vivia-se ainda um mundo dividido pela Guerra Fria, período de conflito entre duas ideologias: o comunismo e o capitalismo. É nesse contexto que o filósofo francês Raymond Aron publica o livro ‘O Ópio dos Intelectuais’, em que critica o posicionamento marxista de vários colegas e artistas que apoiam a política soviética. Para resumir seu pensamento, Aron parafraseia uma das mais célebres frases de Marx. Se a religião é o ópio do povo, o francês defende que o marxismo é o ópio dos intelectuais. O motivo, para Aron, é a busca dos intelectuais pela perfeição representada pelos ideais comunistas que, existentes na teoria, não se concretizam na prática desses governos.(Aliás, o comunismo não deu certo nem na Rússia). Uma das maiores críticas que faz no livro é como alguns intelectuais acreditam em sociedades mais igualitárias (e por isso são simpáticos ao marxismo), mas fecham os olhos para abusos de governos de esquerda, que se tornaram totalitários. A esquerda também nada produziu de positivo em nenhum país. 


Fonte: Gazeta do Povo