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E se máquinas decidissem o destino de famílias? Já decidem

Por: Elite FM
Publicado em 15/12/2020
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Foto: Pixabay/Gazeta do Povo

A tecnologia pode ajudar muito na proteção à infância desde que os adultos não pensem que computador é Deus. Jurisdições em mais de 10 estados norte-americanos já adotam hoje um modelo de algoritmo para ajudar na avaliação de risco de abuso e negligência a que uma criança está exposta. Muitas outras estão dispostas a isso e já há modelos de construção das plataformas indicados como boas oportunidades pelo governo federal. Não se trata de uma tentativa maluca, mas de usar a interação homem-máquina para melhorar um processo que tem sido falho por uma série de fatores que vão desde a subjetividade natural das pessoas até o número excessivo de casos atribuídos a cada assistente social. A intenção é que o algoritmo trabalhe especificamente nisso, suprindo os 4 pontos que, segundo o relatório, são aqueles buscados pelos assistentes sociais nas entrevistas:1. Estimativa de risco elevado durante ou após atendimentos preventivos. 2. Previsão da probabilidade de eventos repetidos. 3. Análise das interações entre sistemas. 4. Fornecer informações sobre as operações do serviço de proteção. Se o algoritmo for utilizado para avaliar de forma imparcial o que nós, humanos, tendemos a ver com os olhos da nossa experiência pessoal, ele nos ajuda a tomar decisões melhores.


Fonte: Madeleine Lacsko-Gazeta dp Povo