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O que marcou a Argentina no primeiro ano da volta do kirchnerismo ao poder

Por: Elite FM
Publicado em 12/12/2020
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Presidente da Argentina, Alberto Fernández: Um governo errático sem planos e com baixa popularidade-Foto: Divulgação/ESTEBAN COLLAZO/Presidência Argentina / AFP

Há exato um ano, Alberto Fernández assumia a presidência da Argentina, devolvendo aos kirchneristas o poder Executivo depois de quatro anos da gestão de Maurício Macri. Na resposta ao novo coronavírus, a Argentina esteve entre os países que adotaram uma das quarentenas mais restritivas do mundo, mas a situação só piorou. Faltou um plano além do confinamento, de acordo com cientistas políticos e a economia abalada encolheu ainda mais.  O pior foi o caráter populista das medidas adotadas por Fernández: ele proibiu demissões, controlou preços de medicamentos e impôs restrições à exportação de suprimentos e equipamentos médicos. O kirchnerismo criou o “imposto sobre a riqueza”, que deve gerar uma onda de questionamentos na justiça, por se tratar de uma bitributação, e, ainda, prejudicar os investimentos no país. Várias multinacionais anunciaram que deixaram o país ou estão se organizando para diminuir suas operações na Argentina,porque o país não tem incentivo para investimentos. Além de tudo a vice-presidente Cristina Kirchner só está preocupada em se defender de acusações e querer provar que ela e sua família foram vítimas de perseguição judicial e pretende até atropelar reformas da lei para sua defesa. Alberto Fernández, por sua vez, encerra o primeiro ano de presidência visto internacionalmente como um presidente errático e sem planos e com a popularidade em baixa entre os argentinos, “provando mais uma vez que a esquerda não produz nada de positivo e o povo paga o preço de um populismo desastroso”. 


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm