Ministério da Saúde troca #FiqueEmCasa por #NãoEspere e defende tratamento precoce - Elite FM 101.7 - Energia positiva no ar!

Ministério da Saúde troca #FiqueEmCasa por #NãoEspere e defende tratamento precoce

Por: Elite FM
Publicado em 09/12/2020
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Imagem:2 Print/Gazeta do Povo

Tratamento precoce de Covid-19 foi algo defendido muito timidamente pelo Ministério da Saúde no início da pandemia, não porque os remédios já tivessem virado arma política naquela época, mas porque ainda eram apenas uma aposta de parte da comunidade médica e científica no combate ao coronavírus. Pouco mais de oito meses depois de registrados os primeiros casos no Brasil as autoridades que comandam o Sistema Único de Saúde (SUS) adotaram abertamente a defesa do tratamento precoce. A hashtag #FiqueEmCasa foi atualizada para #NãoEspere na imagem de perfil do canal do YouTube do Ministério da Saúde. A orientação inicial, do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, pedindo para pessoas com sintomas de gripe ficarem em casa e só procurarem o médico se tivessem falta de ar foi substituída pelo apelo para que todos procurem um médico ao menor sintoma de gripe. Na semana passada alguns dos sete secretários do Ministério da Saúde, que são médicos especialistas, deram uma entrevista coletiva para fazer uma balanço do combate à Covid no Brasil. A entrevista só teve repercussão na imprensa e nas redes sociais pelo que foi dito sobre as vacinas, foco de todas as atenções no momento. Mas nessa coletiva ficou muito clara a atual posição do Ministério da Saúde em relação ao tratamento precoce da doença. Desde março, quando a pandemia chegou ao Brasil, as notas informativas do Ministério da Saúde já passaram por várias atualizações. Agora há vários estudos publicados nos últimos meses que comprovaram a eficácia do remédio quando usado nos primeiros dias de sintomas.Entre as novas justificativas para a recomendação do uso de hidroxicloroquina combinada à azitromicina no início dos sintomas está o fato de que, agora se sabe, pacientes com COVID-19 podem piorar muito rapidamente. De um dia para o outro o quadro de sintomas leves pode evoluir direto para a fase da falta de ar, que exige internação hospitalar. Assim, a combinação de um antiviral (hidroxicloroquina) com um antibiótico (azitromicina) é para impedir o avanço do vírus e combater as infecções que ele provoca. Outra justificativa mencionada pelo Ministério da Saúde é que diversas instituições nacionais e internacionais estão há meses usando cloroquina ou hidroxicloroquina com extremo sucesso na recuperação de pacientes.


Fonte: Cristina Graeml-GPazeta do Povo