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Se o país não muda, o eleitor faz a mudança por ele

Por: Elite FM
Publicado em 14/11/2020
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Foto:https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-borges

Infelizmente a maioria dos eleitores brasileiros não tem capacidade de escolher por critérios de capacidade e por isso o país mantém se mantém partidos e políticos como as duas classes mais desacreditadas. Numa live surpresa no último sábado (08), Bolsonaro lamentou não conseguir “mudar o destino do Brasil”. Disse que “a América Latina está pintada de vermelho” e que ainda não decidiu se tentará a reeleição. A tensão se explica: ele sabe que seu destino passa pelas eleições do próximo domingo e as perspectivas não são nada boas. Não temos o hábito de ver a eleição municipal brasileira como um recado ao governo federal, mas foram os candidatos e o próprio presidente os primeiros a “nacionalizar” as disputas. Bolsonaro subiu o tom nos últimos dias, especialmente após o infortúnio de Donald Trump. Ao entrar de cabeça na eleição deste ano, Bolsonaro se expõe ao primeiro e mais importante teste de sua popularidade, com reflexos importantes para suas pretensões políticas. Uma derrota de seus protegidos ente ano ecoará pelos próximos dois anos.A maior batalha está em São Paulo, onde Bolsonaro busca derrotar o prefeito Bruno Covas, pupilo do arquirrival João Doria. Em outras capitais também o candidato de Bolsonaro não está bem. Trata-se de uma eleição com muitas variantes e em política, os ventos mudam rapidamente diante de tantos interesses nada democráticos. Enfim, o eleitor escolhe e democraticamente, embora o voto da maioria seja totalmente alienado e,infelizmente, o resultado deve ser aceito por todos e Bolsonaro continuará sendo o presidente até 2022.


Fonte: Gazeta do Povo