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Vacina da Pfizer não é como outros imunizantes que já tomamos

Por: Elite FM
Publicado em 13/11/2020
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A ideia do FDA é acelerar ao máximo o processo, mas sem abrir mão das garantias de segurança e eficácia-Foto: Bigstock/Gazeta do Povo

Os laboratórios Pfizer e BioNtech anunciaram que a vacina contra a Covid-19 que estão produzindo tem 90% de eficácia. Segundo eles, o imunizante foi testado em 43 mil voluntários. Como em todo estudo, metade deles recebeu a vacina e a outra placebo. Somente 94 pessoas tiveram coronavírus. Destas,somente oito haviam realmente recebido o medicamento contra o vírus. Esse é um excelente resultado porque, em geral, uma vacina que tenha mais de 74% de eficácia já é considerada eficiente. Mas essa vacina não é como as outras que todos nós já tomamos na nossa vida. Para tentar acelerar o processo e diminuir o risco de contaminação em voluntários, em vez de produzirem uma vacina com o vírus enfraquecido, os laboratórios fizeram um imunizante usando o RNA do vírus. Outro porém dessa vacina, é que ela precisa ficar o tempo todo em temperatura baixa, o que atrapalha na logística de transporte. Outro problema para nós, brasileiros, é que os laboratórios fecharam compromisso de entregar a vacina primeiro para outros países. Além do problema de produção — já que milhares de vacinas serão entregues primeiro para europeus, japoneses e americanos —, ainda será preciso produzir a embalagem de armazenamento, ampolas, agulhas e seringas.


Fonte: Alexandre Garcia-Gazeta do Povo