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O kirchnerismo segue destruindo a Argentina

Por: Elite FM
Publicado em 29/09/2020

O kirchnerismo argentino e o caos econômico sempre andaram juntos, desde a época em que Cristina Kirchner era presidente e os dados da economia argentina eram tão maquiados que a revista britânica The Economist havia parado de publicá-los. Em 2015, Mauricio Macri havia sido eleito para interromper esse processo, mas não levou a cabo as reformas liberais que deveria ter realizado e perdeu a reeleição em 2019, quando os argentinos resolveram dar outro voto de confiança à ex-presidente, agora vice na chapa encabeçada por Alberto Fernández. E tudo ficou pior com dois acréscimos: Descontrole econômico soma-se à catástrofe sanitária e o Poder Judiciário lembra o modus operandi chavista na Venezuela. Os argentinos para se livrar da inflação, compravam dólares, já que o peso desvalorizou quase 30% neste governo. O limite máximo de aquisição por mês, US$ 200, estabelecido ainda no fim do governo Macri, foi mantido, mas o imposto sobre a operação foi aumentado e o limite passou também a considerar compras feitas com cartões de débito e crédito – se as aquisições feitas pelo cartão estourarem a cota, ela será reduzida nos meses seguintes. Os argentinos, tendo vivido sob o kirchnerismo durante boa parte dos últimos anos, não podem se dizer surpresos nem com a derrocada econômica, nem com a degradação institucional. O que será da Argentina é uma incógnita, mas, sem reservas terá que procurar empréstimos afundando-se na dívida pública. 


Fonte: Gazeta do Povo