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“Obesidade digital”: como o excesso de tecnologia pode ser prejudicial

Por: Elite FM
Publicado em 16/09/2020

Em abril de 2020, mais da metade da população global estava com algum nível de distanciamento social ou lockdown. A pandemia da Covid-19 nos mostrou a necessidade de estarmos conectados e não vivermos excluídos, à margem da sociedade. As medidas de isolamento nos forçaram a se fazer presente em um mundo digital para manter nossa rotina de trabalho, de estudo, de consumo e até de entretenimento. Houve uma grande mudança na nossa vida, que só foi possível pelo uso mais intenso de tecnologia. O termo “obesidade digital” foi inicialmente usado em 2004 pela Toshiba para representar o aumento do volume de dados digitais que pessoas e organizações começavam a acumular em seus dispositivos tecnológicos¹. Transportando esse conceito para os tempos atuais, a obesidade digital pode ser entendida como o uso excessivo e indiscriminado de ferramentas tecnológicas ou digitais. A obesidade digital pode ser gerada pela falta de consciência crítica no uso de tecnologia. Poderíamos até dizer que é um estágio inicial da dependência digital. Ela é um problema iminente tanto para as pessoas, quanto para as organizações, pois a tecnologia está sendo utilizada para saciar necessidades sociais que o isolamento impediu que fossem supridas da forma tradicional. Isso nos leva a crer que as pessoas não parecem perceber o que está acontecendo e é esse comportamento que está levando as pessoas à obesidade digital. Usamos e dependemos tanto da tecnologia que se quer percebemos o risco que podemos correr. A obesidade digital pode afetar vários aspectos da vida de uma pessoa e pode até exigir tratamento?. A frequência e duração do uso podem influenciar e impactar na biomecânica do corpo, como no caso dos smartphones, interferindo também nos aspectos sociais e psicológicos.


Fonte: Gazeta do Povo