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Advogado de Lula e escritórios de advocacia são alvos de nova fase da Lava Jato

Por: Elite FM
Publicado em 11/09/2020
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Cristiano Zanin, advogado do ex-presidente Lula: seu escritório é alvo da Lava Jato.Foto: Jorge Prado/Gazeta do Povo

Estariam envolvidos desvios de R 351 milhões, por enquanto. Mais uma vez escândalo no Rio de Janeiro. A força-tarefa da Lava Jato do Rio de Janeiro deflagrou na  quarta-feira (9) uma operação para investigar o suposto desvio de R$ 151 milhões do Sistema S no estado e o mau uso de outros R$ 200 milhões. Dentre os alvos dos mandados de busca e apreensão, estão os advogados Roberto Teixeira, amigo do ex-presidente Lula, e Cristiano Zanin Martins, responsável pela defesa do petista nos processos da Lava Jato. Outros alvos são Frederick Wassef e a advogada Ana Tereza Basilio, que defende o governador afastado do Rio Wilson Witzel. Vários escritórios de advocacia investigados teriam sido usados no suposto esquema de desvio de recursos do Sistema S do Rio – que é composto pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio (Fecomércio-RJ), Sesc e Senac. O Ministério Público Federal (MPF) argumenta que, entre 2012 e 2018, o Sesc, o Senac e a Fecomércio do Rio teriam destinado mais da metade de seu orçamento anual a contratos com escritórios de advocacia. Mas esses serviços não teriam sido prestados. O esquema, segundo a Lava Jato, seria liderado pelo empresário Orlando Diniz, que comandou o Sistema S no Rio. Diniz, que não está mais à frente dessas entidades, firmou um acordo de delação premiada com a Lava Jato. Também são alvo da operação os escritórios da ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo (mulher do ex-governador Sergio Cabral). A operação, batizada de E$quema S, atinge ao todo 50 endereços no Rio, São Paulo e Brasília. Cristiano Zanin que defende o ex-presidente, agora terá seu escritório voltado para se defender das pesadas acusações, que envolvem inicialmente mais de R$350 milhões desviados do Sistema S, dinheiro que deveria ser aplicado para a sociedade.


Fonte: Gazeta do Povo