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Abandono e morte eram práticas comuns na Antiguidade

Por: Elite FM
Publicado em 29/08/2020

Com poucas exceções, como os antigos egípcios e os hebreus, a prática de infanticídio era disseminada, desde a pré-história até o fim da Antiguidade. Crianças doentes ou deficientes eram eliminadas por gregos, fenícios, romanos, chineses, japoneses, aborígenes, astecas e inuítes, civilizações que, em geral, consideravam o futuro da comunidade mais importante do que a preocupação com indivíduos. O mais comum era simplesmente abandonar os recém-nascidos à própria sorte. Mas, quando a prática acontecia com objetivos religiosos, os bebês podiam ser esfaqueados, sufocados, queimados ou jogados a mares ou rios. Entre algumas populações indígenas brasileiras, era comum que as crianças indesejadas fossem enterradas vivas.“O infanticídio foi praticado em todos os continentes e por pessoas de todos os níveis de complexidade cultural, desde os caçadores e coletores até as civilizações mais avançadas”, escreveu a antropóloga Laila Williamson no artigo Infanticide: An Anthropological Analysis,  publicado dentro do livro Infanticide And the Value of Life. “Mais do que exceção, era a regra”. 



Fonte: Tiago Cordeiro-Gazeta do Povo