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Polêmica vacina russa que vem ao PR teve laboratório militar, testes em cientistas e filha de Putin-Investimento de R$ 300 milhões

Por: Elite FM
Publicado em 14/08/2020

Na quarta-feira (12), o governador Ratinho Jr assinou acordo para trazer ao Paraná a vacina Sputnik V, anunciada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, como a primeira imunização de covid-19 do mundo. A reunião virtual do governador com o embaixador russo Sergei Akopov   definiu as condições para que a vacina seja testada, produzida e distribuída pelo Instituto Tecnológico do Paraná (Tecpar).A Sputnik V – o nome é uma referência ao primeiro satélite enviado ao espaço pelos soviéticos – foi desenvolvida em apenas dois meses e sem a última etapa de testes que uma imunização deve passar antes de ser aplicada na população, o que vem gerando muitos questionamentos. A previsão é de que a vacina comece a ser produzida em setembro para vacinar a população russa em outubro. O surgimento da Sputnik V está cercada de segredos. Os métodos como foi desenvolvida, com aplicação de doses nos próprios cientistas e prazo curto, levam a comunidade científica a questionar a eficácia. O surgimento da vacina russa teve caráter militar. Custeada por 4 bilhões de rublos (cerca de R$ 300 milhões) pelo Fundo de Investimento Direto da Rússia (RDIF), a Sputnik teve colaboração direta do Ministério da Defesa da Rússia. Uma de suas unidades, o 48.º Centro de Pesquisas, participou do esforço liderado pelo Instituto Gamaleia, principal referência em microbiologia e virologia na Rússia. Declarações à imprensa pelo médico pato-branquense, Alceni Guerra,que foi ministro da Saúde, revelam que a vacina russa seria segura e confiável. A Anvisa, por sua vez declarou que só será aprovada se passar por todas as etapas e demonstrar eficácia. 


Fonte: Tribunaonline e Elite FM