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O fim do dinheiro vivo: o que vai mudar na sua vida com os pagamentos instantâneos

Por: Elite FM
Publicado em 11/08/2020
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Foto:Pixabay/Gazeta do Povo

A estreia prevista para novembro do PIX, o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, e a tentativa de entrada do WhatsApp Pay no mercado brasileiros são esperados como o marco da nova era dos pagamentos eletrônicos. As duas soluções, apesar de suas diferenças, são consideradas passos decisivos rumo à chamada sociedade “cashless”, em que todas as transferências são feitas com moeda digital e de forma imediata. Os pagamentos eletrônicos existem há décadas no Brasil - exemplos são TEDs e DOCs. A novidade é que os pagamentos instantâneos são uma versão turbinada dessa modalidade porque ocorrem em questões de segundos, 24 horas por dia, sete dias na semana. E de forma mais fácil. Caso o WhatsApp Pay seja autorizado pelo Banco Central, em breve, transferências de dinheiro poderão ser feitas pelo chat, da mesma forma como enviamos uma mensagem a um amigo.Nos últimos anos, aplicativos de pagamentos digitais têm se popularizado. Um dos mais usados no Brasil é o Picpay, que tem cerca de 20 milhões de usuários. O app funciona como carteira virtual (e-wallet), conta simplificada, possibilita pagamentos via QR Code nos estabelecimentos conveniados e transferências entre pessoas. Para fidelizar os clientes, oferece o chamado "cashback", ou seja descontos ou “dinheiro de volta”. Mas isso é só um aperitivo do que está por vir com o PIX. A plataforma do Banco Central vai integrar todos os atores do mercado financeiro: quase mil empresas entre bancos tradicionais e digitais, fintechs e operadoras de cartões já se cadastraram para poder operar no sistema. Por meio do PIX será possível fazer transferências entre pessoas físicas e jurídicas, pagar contas e até recolher impostos. Tudo a um custo muito baixo, numa interface que promete ser simples e moderna. “O PIX vai trazer uma grande interoperabilidade e indiferenciação entre ofertas de conta bancária e vai forçar os players que estão na cadeia de valor atual a migrarem para um serviço de conta", explica João Bragança, executivo da empresa de consultoria Roland Berger. As mais afetadas serão as empresas adquirentes, que operam as maquininhas de cartão, já que com a disseminação das transações instantâneas, esses dispositivos deixarão de ter utilidade. Os analistas dizem: “O consumidor vai adotar o método de pagamento que for mais conveniente para ele. É a experiência do usuário que vai determinar o que for melhor. 


Fonte: Gazeta do Povo