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A ideologia e a saúde dos jovens

Por: Elite FM
Publicado em 02/08/2020
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Foto: Pixabay/Gazeta do Povo

A professora de Medicina Lisa Littman jamais votou no Partido Republicano em toda a sua vida. Docente de Brown, mais progressista do que as já muito progressistas universidades americanas, ela não faz parte de uma coalizão conservadora ou tradicionalista. Ainda assim, a professora foi escanteada por boa parte da comunidade acadêmica. O motivo: em sua pesquisa, ela identificou um fenômeno batizado de “disforia de gênero de desenvolvimento rápido”, no qual adolescentes subitamente passam a se identificar como transgênero, mesmo sem qualquer dos sinais prévios nesse sentido. Para a professora, muitos jovens que se identificam como transgênero, na verdade, estão passando por um processo diferente, com causas distintas. No Brasil, também é preciso que os pais e educadores estejam atentos ao fenômeno das adolescentes que subitamente passam a se identificar como transgênero. Nossas jovens estão sujeitas ao mesmo tipo de influência das americanas: a pressão de grupo, a onipresença das redes sociais e uma indústria do entretenimento cada vez mais abertamente militante em favor da chamada “causa transgênero”. Para ficar apenas no exemplo mais recente, a Netflix produziu e colocou no ar recentemente uma série infanto-juvenil (“Clube das Babás”) que tem um garoto “transgênero” de apenas 9 anos de idade como uma de suas personagens. A Netflix, orgulhosa, ainda convidou uma militante LGBT para comentar o episódio na página da companhia no Twitter e alertar não para os riscos da transição de gênero precoce, mas para a necessidade de que a sociedade não use os pronomes errados ao se referir a pessoas transgênero. Para além disso, é preciso que as escolas ajam de forma responsável e informem a família sobre quaisquer sinais de que a criança ou adolescente possa estar passando por um processo de “disforia de gênero de desenvolvimento rápido. E, tão importante quanto, espera-se que a comunidade médica cumpra o seu papel e não se dobre a militância de qualquer tipo. O que está em jogo é muito precioso: a saúde física e emocional das nossas garotas.

 


Fonte: Gazeta do Povo