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Qual o momento certo para falar com seu filho sobre uma possível volta das aulas presenciais?

Por: Elite FM
Publicado em 25/07/2020
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Entrar ou não no assunto do retorno das aulas presenciais e toda a mudança que deve ocorrer? Foto: Ketut Subiyanto/Pexels/Gazeta do Povo

Diante de um cenário de incertezas, muitos pais têm ficado na dúvida sobre falar, ou não, com os filhos de uma possível volta das aulas presenciais em 2020. E se não voltar? Estaria apenas aumentando a ansiedade e alimentando uma possibilidade remota? Não seria cedo demais? São os principais questionamentos. Soma-se a isso, o fato de que há sim algumas regiões do Brasil com um calendário de retorno às atividades presenciais, especialmente na rede particular. “Nós não voltaremos arbitrariamente. Enquanto não tivermos a vacina, nosso retorno vai ser condicionado, também, ao consentimento dos pais. Eles é que vão decidir se querem, ou não, mandar o filho para a escola”, diz a secretária de Educação de Curitiba, Maria Sílvia Bacila. Caberá às autoridades sanitárias liberarem a reabertura dos portões. No protocolo de cuidados, divulgado pela Secretaria de Estado da Educação do Paraná, também está previsto o uso de máscara, a divisão das turmas em grupos menores e a criação de um recreio em horários alternados. O psicólogo e mestre em Educação, Marcos Meier, sustenta que os pais até podem “adiantar serviço” e ir orientando as crianças sobre as mudanças, mas pede que isso seja feito de forma a não assustá-las. “Claro que os pais precisam passar aquelas informações básicas, como não compartilhar copos, talheres e lanches, só que tendo o incentivo como principal motivação. Se a criança volta para a escola, ela precisa estar feliz e animada com esse retorno”, argumenta. O psicólogo lembra, ainda, que - comparadas aos adultos - as crianças têm o poder de se adaptar muito mais rápido e muito mais fácil às novidades e que, portanto, não há motivo para pânico. “Um ou dois dias depois (do reinício) e elas já vão estar adaptadas a fazerem as aulas conforme o planejado”. 


Fonte: Gazeta do Povo