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A Vacina de Oxford funciona. Reforma entregue. Será, enfim, uma semana de boas notícias?

Por: Elite FM
Publicado em 23/07/2020
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A vacina de Oxford funciona contra Covid-19 e está em estágio mais avançado no combate à pandemia/Gazeta do Povo

O Paraná quer reservar R$ 100 milhões para imunizar a população. Na segunda-feira (20), foram divulgados resultados preliminares positivos sobre duas vacinas contra Covid-19. Uma delas é a vacina de Oxford: a universidade do Reino Unido divulgou, em sua segunda etapa de pesquisa - com 1.077 adultos saudáveis -, que a imunização se mostrou segura e aqueles que não receberam placebo tiveram poucos efeitos colaterais - como fadiga (70%) e dor de cabeça (68%).A terceira etapa da pesquisa de imunização, realizada neste momento, conta com 50 mil voluntários, sendo 5 mil no Brasil. Outra vacina que também apresentou segurança e resposta imune foi desenvolvida pela chinesa CanSino Biologics. Outra que chegou ao Brasil para testes é do laboratório Sinovac (também chinês).  Entenda por que a imunização da CanSino e a vacina de Oxford parecem ser seguras e induzem imunidade contra Covid-19.Com o avanço nas pesquisas, os governos federal e estaduais já se organizam para bancar a vacina. De Curitiba, Catarina Scortecci apurou que o Paraná quer reservar R$ 100 milhões para imunizar a população. Em nível federal, além da preocupação do Ministério da Saúde, Fernanda Tristto revela que meio trilhão de reais foram reservados pelo governo. Também há contradições. Enquanto a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) destacou que o Brasil deveria retirar "imediatamente e com urgência" a hidroxicloroquina de todas as fases do tratamento da Covid-19, a Associação Médica Brasileira (AMB) defendeu a autonomia dos médicos para prescrever hidroxicloroquina em casos de coronavírus. Várias cidades brasileiras até adotaram um protocolo para uso de medicamentos e mesmo que não aprovados pela ciência, o uso empírico mostrou resultados positivos. Os prefeitos que aprovam esse protocolo recomendam que o uso não seja indiscriminado, mas com acompanhamento médico.


Fonte: Gazeta do Povo