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Sem inovação, empresas caminham para a irrelevância

Por: Elite FM
Publicado em 06/07/2020
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Foto: Riccardo Annandale/Unsplash

Vivemos tempos incertos, isso é claro. O curto prazo, que até pouco atrás significava um prazo de 12 meses, hoje é até o final da semana. Semana que vem é o médio prazo. E daqui a duas semanas chega o longo prazo. O que antes era três anos ou mais hoje não passa de uma ou duas semanas em tempos de planejamento e execução. Isso é resultado, claro, da chegada de uma condição externa preocupante e desconhecida, que mexe com um dos aspectos mais fundamentais do ser humano: sua saúde e de seus familiares. Ninguém consegue negar que a Covid-19 mudou completamente o campo de batalha da guerra diária dos negócios e das empresas. Via de regra, quanto maior a empresa, maiores a inércia e as dificuldades de mudar seus processos, seus produtos e, finalmente, seu rumo. Assim, em tempos de incertezas, as grandes empresas sempre são mais lentas e mais propensas a sentirem os efeitos dos atrasos nas necessárias mudanças para ao menos preservar (e quiçá ampliar) seus negócios. Similares pois as suas situações são de incerteza, de decisões que podem ou não ter os melhores resultados de diversos riscos envolvidos. A inovação possui papel relevante nos seus processos internos e em todos os setores e todas as tarefas que compõe o dia a dia de um negócio. Sem inovação, o mesmo produto que consagrou a empresa é o que seria eternamente oferecido, sem qualquer melhoria ou reação às mudanças do mundo e do mercado consumidor. Sem a incorporação de novas descobertas e melhorias, qualquer produto fica obsoleto com o passar do tempo, alguns mais rápidos, outros mais devagar. Sem inovação, as empresas caminham para a irrelevância e inexorável morte dos seus negócios. Para as empresas e os negócios, não existem tempos certos. E, no final das contas, é esse o exato papel principal da inovação nas empresas: garantir que elas sejam relevantes para seus clientes e stakeholders no longo prazo. 


Fonte: (Marco Poli é mentor, advisor, conselheiro, professor, palestrante, escritor e investidor em startups)